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Sorocaba, Sábado, 24 de Agosto de 2019

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Cães
Cães de tipo Pinscher e Schnauzer, Molossóides e Cães de Montanha, e Boieiros Suiços
Molossóides - Dog e Montanha
Raça/Origem Nome Original Foto Criadores
Boxer

Alemanha
Boxer

Variedades:

* Fulvo
* Tigrado
 
Nota: Se procura pelo motor denominado boxer, consulte motor boxer.
Boxer
Boxers com orelhas naturais e cortadas
Nome original
Deutscher Boxer
Outros nomes
País de origem
Alemanha
Padrão FCI
Grupo: 2
Seção: 2
Molossóides tipo dogue
Número #144 - 13/03/2001
Não é reconhecida oficialmente
Esta raça está extinta
Variedades
Fulvo
Tigrado
Notas

Boxer é uma raça de cão de médio porte e pêlo curto, de cor dourada ou tigrada, de mandíbula proeminente, corpo quadrado e de porte atlético.

Índice

  • 1 Histórico
  • 2 Origem
  • 3 Padrão Oficial
  • 4 Cirurgias Estéticas
  • 5 Temperamento
  • 6 Potenciais problemas de saúde
    • 6.1 Fontes
  • 7 Ver também

Histórico

O primeiro aparecimento de exemplares da raça foi em 1895, por amabilidade do Clube Alemão do São Bernardo que permitiu, durante uma exposição monográfica da raça, a exibição de alguns exemplares de Boxer: Contudo, no início não se alcançou o êxito desejado, no intuito de melhorar e popularizar a raça. Ganhou "Múhlbauers Flocki", filho de "Tom" um Bulldog branco, propriedade do Dr Toenniessen e da fêmea Bierboxer (moderno Bullenbeisser) "Alt's Schecken", filha de "Alt's Flora", uma fêmea tigrada levada para a Alemanha a partir do sul da França em 1887 por George Alt, natural de Munique. "Flocki" seria o primeiro Boxer inscrito no Livro de Origens.

Em 17 de Janeiro de 1896 seria fundado na cidade de Munique (capital da Baviera) o clube alemão da raça, o Boxer Klub Sitz Münche, e dois meses mais tarde, a 29 de Março, organizava-se a primeira exposição monográfica, actuando como juíz Elard König.

Em 1902 fixaram-se, de forma provisória, as primeiras bases raciais, sendo publicado em 1904 o primeiro Livro de Origens (Zuchbuch), registo genealógico da raça, ao mesmo tempo que surgia o "Boxer Blatter, boletim do clube onde era publicado o primeiro estalão oficial.

Durante estes anos de início na criação e selecção apareceram certas controvérsias, entre o cada vez mais numeroso grupo de aficionados, em relação à estrutura que o Boxer deveria ter: havia quem preferisse o tipo semelhante ao Bulldog clássico; outros, pelo contrário, inclinavam-se mais para o tipo do antigo Bullenbeisser; por último, havia os que aspiravam a um cão diferente, mais evoluído e elegante. Finalmente, o clube inclinou-se por esta última versão e esse foi o seu ponto de referência até aos nossos dias.

É curioso observar como a cor branca foi dominante nos primeiros anos de história da raça, altura em que o conceito de funcionalidade primava em relação a outros factores, chegando inclusivé a ser permitido que o branco ocupasse a maior parte do manto do cão com a intenção de não afastar da criação, exemplares que pudessem fornecer outra série de características interessantes. Pouco tempo depois (anos 1925 e 1926), o clube efectuou uma série de revisões no estalão e começou a tentar a sua eliminação através duma intensa selecção, meta que ainda não foi totalmente atingida pelos criadores de Boxer, uma vez que ainda continuam a nascer cachorros brancos.

Depois da II Guerra Mundial, o Boxer é já uma raça popular nos cinco continentes, com um altíssimo nível de criadores em países como a Alemanha, Holanda, Itália, Estados Unidos, etc. Durante este período a raça vive os seus melhores momentos, graças à homogeneidade conseguida no tipo dos exemplares. Em 1950 nasce na cidade de Strassbourg a ATIBOX (Associação Técnica Internacional do Boxer) cuja finalidade é a manutenção dum estalão morfológica e psiquicamente, belo e funcional, marcando as directrizes a seguir na criação e evolução da raça, com critérios uniformes para os diferentes países. Esta associação agrupa todos os clubes de Boxer a nível mundial e celebra anualmente uma assembleia geral na qual se encontram representados todos os seus filiados. Além disso, organiza uma exposição de beleza e um campeonato de trabalho.

Origem

Pelo menos cinco raças participaram na criação do Boxer: o Bullenbeisser (mordedor de touros), o Baerenbeisser (mordedor de ursos), o Brabanter da Bélgica, o Dantzinger da Polónia e o Bulldog Inglês.

Os Bullenbeiasers (há quem o defina como a sua versão moderna) eram famosos no país germânico desde a Idade Média. Eram provenientes duma população de dogues existente na Alemanha, Bélgica, Países Baixos e no leste de França, descendentes dos chamados "Cannis ursiturus", (cães de urso) e "Cannis porcatoris" (cães dejavali), e utilizados nessa época como cães de agarre. Foi seleccionado mais pela sua funcionalidade que pela sua beleza, uma vez que tanto era utilizado para a caça de grandes presas, como na guarda do gado bravo, assim como "espectáculos" de lutas contra os touros. Crê-se que a as suas origens poderiam estar nos Mastins Alemães importados da Inglaterra.

O Brabante da Bélgica, tal como o Dantzinger, era um cão menor, ágil e rápido. De cor dourada, era utilizado como condutor nas manadas e em alguns lances de caça maior. Cortava-se-Ihes o rabo e as orelhas quando eram jovens.

E, por último, o Bulldog lnglês (do tipo antigo), um pouco maior e mais pesado que o Bulldog moderno, que chegou à Alemanha a partir de 1820.

Alguns historiadores e cinófilos sustentam a teoria de que Presas e Alãos Espanhóis, tal como o Dogue de Bordéus, também deram sangue para o projecto racial do Boxer.

Padrão Oficial

O Boxer é um cão de talhe médio, compacto, de figura quadrada, com ossatura robusta e de pelagem curta. A musculatura é seca, poderosamente desenvolvida, modelagem nitidamente definida. Sua movimentação é enérgica, poderosa e nobre. O Boxer não é rústico, pesado, muito leve, nem lhe falta substância.

Proporções importantes: a) Comprimento do tronco: a construção é de figura quadrada, isto é, a horizontal da cernelha e as duas verticais, uma tangenciando a ponta do ombro e a outra a ponta do ísquio, formam um quadrado. b) Profundidade de peito: o peito alcança abaixo dos cotovelos, sendo a metade de altura da cernelha. c) Comprimento da cana nasal: a proporção crânio-focinho é de 2:1; medidos o crânio do stop, canto medial do olho até o occipital e da ponta da trufa ao stop.

Temperamento: é da maior importância e ponto de maior atenção. A ligação e a fidelidade do Bóxer para com seu dono e seu território, sua vigilância, sua intrépida coragem como defensor e guardião, é conhecida a muito tempo. Dócil no meio familiar, mas desconfiado para com estranhos; de temperamento alegre e amistoso nas brincadeiras, mas terrível quando desempenha uma missão. Sua docilidade, energia e coragem, sua mordacidade natural, a acuidade de seu olfato o torna um cão fácil de educar e de induzir. É igualmente agradável por suas exigências mínimas, territorialidade e tradição como o cão de guarda, de defesa e de serviço. De caráter franco, não reserva espaço para a falsidade ou traições, mesmo em idade avançada.

Cabeça e Crânio: é a parte do Boxer que lhe confere o aspecto característico: bem proporcionada ao tronca sem parecer leve nem muito pesada. O focinho, o mais largo e poderoso possível. A estrutura da cabeça obedece a relação proporcional entre as medidas do focinho e as do crânio. Visto de qualquer ângulo, o focinho guarda uma proporção correta com o crânio, isto é, não pode parecer muito pequeno. A pele, normalmente, não apresenta rugas. Entretanto, com o movimento natural das orelhas, conforme cada posição, pode haver formação de rugas. Com origem na face dorsal da raiz do focinho, rugas naturais, levemente marcadas, descem simetricamente pelas faces laterais. O crânio bem modelado, isométrico, com as faces planas, sem relevo, levemente arqueado, sem ser curto, abobadado, ou plano; moderadamente largo e o occipital moderadamente pronunciado. Stop: nitidamente marcado, formado pelo frontal e a cana nasal. A cana nasal não deve ser encurtada, como no Buldogue, nem caída para a frente. O comprimento da cana nasal é igual a metade do comprimento do crânio (relação C/F=2:1). O frontal apresenta um sulco mediano, sutilmente, profundo especialmente entre os olhos. Trufa: fica um pouco mais alta, em relação à raiz, larga, preta, levemente arrebitada, com narinas largas, separadas pelo fino sulca mediano da trufa.

Focinho: bem desenvolvido nas três dimensões de maneira equilibrada. Sua forma é determinada pela: a) forma e articulação dos maxilares; b) disposição dos caninos inferiores e alinhamento das arcadas dentárias; c) maneira com que os lábios se amoldam a essa estrutura. Os caninos, de bom tamanho, são o mais afastado possível. O plano anterior do focinho é, portanto, largo, quase quadrado, formando um ângulo obtuso com a linha superior do focinho. O contorno do lábio superior pousa no contorno do inferior. O lábio inferior, no terço anterior da mandíbula, curvada para cima, não pode ultrapassar muito à frente nem, tão pouco, ocultar-se sob o lábio superior. O queixo projeta-se à frente do lábio superior, de maneira bem nítida, tanto de frente, quanto de perfil, sem por isso assemelhar-se ao do Buldogue. Tanto os incisivos inferiores, quanto a língua devem ficar ocultos, enquanto a boca estiver fechada. Os seis incisivos são bem alinhados, inclusive os incisivos pinça, entretanto, os superiores formam um leve arco, enquanto, os inferiores alinham-se em reta. Os dentes são fortes, sadios e normalmente inseridos.

A mandíbula avança em relação à maxila e assume um forma levemente encurvada para cima.

Lábios: os lábios arrematam a forma do focinho. O superior é espesso, formando um acolchoado, que preenche o espaço do prognatismo entre a arcada superior e inferior e fica apoiado nos caninos inferiores. Dentes: o Boxer é naturalmente prognata. A maxila é larga desde a raiz, mantendo, essa largura, em toda sua extensão, diminuindo muito pouco, na direção da ponta do queixo. Tanto a maxila quanto a mandíbula são muito largas na ponta do focinho. Faces: fortemente desenvolvidas, em virtude da robustez dos maxilares, sem que com isto, sejam fortemente pronunciadas em relevo saliente: apenas fundem-se ao focinho em leve curva. Olhos: marrom escuro, com a orla das pálpebras escura, de tamanho médio e inserção faceando com a superfície da pele. De expressão enérgica e inteligente, sem ficar com a expressão carrancuda, ameaçadora, penetrante. Orelhas: inserção alta, preferencialmente pequenas e espessura delgada. Em repouso, são portadas pendentes bem rentes às faces. Em atenção, voltam-se para a frente, caindo e fazendo uma dobra bem marcada. Quando operadas, são cortadas em ponta, de comprimento moderado, com o pavilhão auditivo de largura moderada e são portadas eretas.

Pescoço: com a nuca bem evidenciada, por uma curva elegante, na linha superior; de seção redonda, comprimento e largura médios; forte e musculado, pele ajustada em toda a extensão, sem ser exageradamente lassa, e sem barbela.

Tronco: de construção quadrada, compacto e membros retos. Cernelha: bem marcada. Linha superior: reta, dorso e lombo curtos, largos e bem musculosos. Garupa: levemente inclinada, larga, com tênue, quase reto, arqueamento. O osso pélvico é longo, largo, sendo mais largo nas fêmeas. Peito e antepeito: profundo, descendo ao nível dos cotovelos; e igual à metade da altura da cernelha. Antepeito bem desenvolvido. Costelas: bem arqueadas, sem ser em barril, com as articulações bem anguladas para trás. Linha inferior: descreve uma curva elegante, ligeiramente esgalgada. Lombo: curto, compacto e rígido. Cauda: de inserção mais para alta que baixa, amputada, portada acima da horizontal.

Membros Anteriores: visto de frente, os membros anteriores devem ser retos e paralelos, com uma forte ossatura. Ombros: com escápula longa e inclinada, bem amoldada ao tórax, sem ser muscularmente carregado. Braços: longos, com uma forte ossatura, articulações firmes e o úmero fazendo um ângulo reto (90°) com a escápula. Cotovelos: bem ajustados, trabalhando paralelos, rente ao tórax. Antebraços: verticais, longos e fortemente musculados por musculatura seca. Carpos: fortes, bem marcados, embora sem volume. Metacarpos: curtos, quase verticais. Patas: pequenas, redondas, compactas, e almofadas plantares com a sola bem resistente.

Posteriores: musculatura muito forte, músculos rígidos, com relevo bem modelado. Coxas: longas e largas. Articulações coxofemorais e dos joelhos o mais fechada possível. Joelhos: com o exemplar em stay, deve tangenciar a vertical da ponta do ílio. Pernas: muito musculosas. Jarrete: forte, bem definido, com a ponta não voltada para cima e o ângulo próximo aos 140°. Metatarso: curto, pouco inclinado fazendo um ângulo com o solo de 95° - 100°. Patas: levemente mais longa que as dos anteriores, com almofadas robustas.

Movimentação: vigorosa, com muita propulsão e nobreza.

Pele: ajustada, elástica e sem rugas.

Pelagem: Pêlo: curto, duro, brilhante e bem assentado.

Cor: fulvo (dourado) ou tigrado. Dourado se apresenta em diversas tonalidades, indo do vermelho escuro ao amarelo claro; as tonalidades médias, o vermelho amarelado, são as mais características. A máscara preta. Tigrado se desenha em listas transversais, de cor escura ou preta, sobre as diversas tonalidades já descritas. O contraste entre a cor das listas e a cor base deve ser nítido. As marcas brancas não devem ser proscritas; elas podem, até mesmo, ser muito agradáveis.

Talhe: altura medida na cernelha, na vertical que passa pelo cotovelo; Machos: 57a 63 cm; Fêmeas: 53 a 59 cm.

Peso: os machos com altura em torno de 60 cm devem pesar acima de 30 quilos; as fêmeas de cerca de 56 cm, aproximadamente 25 quilos.

Faltas: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta, e penalizada na exata proporção de sua gravidade.

NOTA: os machos devem apresentar os dois testículos, visivelmente normais, bem acomodados na bolsa escrotal.


Classificação FCI:

Grupo 2 : Pinscher, Schnauzer, Molossos e Boiadeiros Suíços. Seção 2.1 : Molossos

País de origem: Alemanha Nome no país de origem: Deutcher Boxer Utilização: Guarda e companhia

Exigida prova de trabalho para o Campeonato.


Padrão Oficial da Raça Confederação Brasileira de Cinofilia - Filiada à Fédération Cynologique Internationale

Cirurgias Estéticas

Filhote de Boxer, 3 meses de idade, com orelhas naturais
Filhote de Boxer, 3 meses de idade, com orelhas naturais

O corte estético das orelhas continua popular, principalmente em países como os Estados Unidos da América e Brasil. O corte da cauda deve ser feito nos primeiros dias de vida do filhote e é simples, devendo ocorrer na terceira ou quarta vértebra caudal. Ainda assim, em seu país de origem, ambas as amputações foram proibidas e no Brasil, já se pode encontrar criadores não-praticantes destas cirurgias estéticas. A tendência é, com a alteração do padrão oficial da raça, que as amputações, não só em Boxers, como em outras raças, sejam uma prática aos poucos abandonada.

Temperamento

Boxers são uma raça energética e brincalhona, e tendem a ser muito apropriados no trato com crianças, recebendo até a alcunha de Cão-Babá. Seu adestramento é recomendado em tenra idade, pois um boxer costuma ter personalidade forte, fazendo com que seu treinamento seja um pouco mais difícil depois que o cão fica adulto. O boxer é uma raça de guarda e companhia.

Boxers são cães pacientes com crianças, inteligentes, afetuosos e muito ligados aos seus donos. São considerados bons cães de guarda, desde que recebam adestramento adequado. São protetores do lar e da família, pois são territoriais ainda que de boa índole. Boxers normalmente são pacíficos mas são valorosos por suas aptidões físicas e sua fidelidade característica.

Embora o Boxer precise de exercícios para manter-se em forma, há inúmeros relatos de boxers que vivem bem em apartamentos. O ideal é que o cão tenha alguma atividade física freqüente, como passeios diários. Boxers são especialmente apropriados para exercícios como o agility e outros esportes caninos, onde se destacam através de inúmeros praticantes pelo mundo que canalizam seu temperamento brincalhão numa atividade educativa e saudável. Estas, são muito benéficas à raça como forma de "gastar" sua energia, adestrá-lo e sociabilizá-lo.

Os cães da raça boxer são cães de fácil manutenção, além de afetuosos, confiáveis, inteligentes, atléticos e fiéis.

Potenciais problemas de saúde

Boxers são suscetíveis a tumores. Entre seus possíveis problemas de saúde também estão a displasia coxo-femural e a cardiomiopatia.

Potenciais donos de boxer podem se sentir tentados a escolher outra raça de cachorros por causa de potenciais problemas de saúde, mas devem pensar novamente e reconsiderar sua decisão.

A incidência dessas doenças é baixa, e ao se adquirir um cão de criadores idôneos, que forneçam certificados de saúde para seus exemplares, aumenta-se muito as chances de ter um animal saudável e longevo.

Fontes

Boxer Clube de Portugal:

http://www.boxerclubportugal.com/boxer/boxer_historia.html


Ver também

Commons
O Wikimedia Commons possui multimídia sobre Boxer
  • Cão
  • Lista de raças de cães
  • Adestramento de cães
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Boxer"

Nomes sugeridos: agata, alahas bryte, Amber, amigo, Annelise, ANTARA, apache, ares, Baily, bary, baxter, Bayron, belinha, Ben, Bescka, Beska, Bessie, betina, biscoito, bisteca, bone, Brighithy, bruce, Brutus, CAILA, chestter, cica, Cross, Dandara, Darf, diamante, dik, egg, Enya, ERAGON, escoob, fane, Fiora Avante, Fioriavante, Flickt, garrincha, GAYA, Gipsy, HAGROSS, haika, hommer, Hórus, huck, Inauê Tautira Candi, Isa Rio, Ivóche, Jex, Johnson, Jolie, Kaiã, Kathalina, Kazam, Kelef, Kiara, Kiler, KYARA, lana, Latifa, leddy, Leonna, Lohan, maisa, Mano Brown, Marjan, Maya, Meg, mel, Melissa, mirna, Miucha, montanha, Naraka, nero, nhoc, Nick, nomes de ação, Oskar, Ótho, ozzy, pacato, paloma, PANTRA, Pedrita, Pitosquake, Pollar, quiara, Raika, RAMBO, Rex, Rha-w-kan, roth, sansão, são paulo, Sasha, SENDY, shaninha, shanna, Shawkan, Sheron, Shiryu, shitara, Skol, Sophia, Spotacus, Stop, Sussena, tasha, THIARA, thor, tigrão, tigrezza, toco, Trofast, Tucker, Tyson, ULI, Venus, woshiton, Xancy, Yulla, Yulle, zica, zingara
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