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Sorocaba, Quinta, 12 de Dezembro de 2019

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Cães
Raças não reconhecidas pela FCI
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Raça/Origem Nome Original Foto Criadores
Dogue brasileiro

Brasil
Dogue brasileiro 
Dogue Brasileiro
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Nome original
Outros nomes
País de origem
Brasil
Padrão FCI
Grupo: 11 - raça não reconhecida pelo FCI
Seção: -
molossóide
Número
Não é reconhecida oficialmente
Esta raça está extinta
Variedades
Todas as cores são aceitas
Notas

Dogue Brasileiro é uma raça de cão criada especificamente para a guarda.


O Dogue brasileiro é uma das 7 raças brasileiras conhecidas. As outras são o Buldogue campeiro, Fila brasileiro, Ovelheiro gaúcho, Terrier brasileiro, Veadeiro pampeano e Rastreador brasileiro sendo que esta ultima é considerada extinta.


Índice

  • 1 História
  • 2 Aparência
  • 3 Temperamento
  • 4 Títulos e testes
  • 5 Pedigreé
  • 6 Saúde
  • 7 Ligações externas

História

A partir de uma ninhada oriúnda do cruzamento de um Bull terrier de seu plantel com uma Boxer.Pedro Dantas, idealizador da raça, veio a notar que os cães originados deste cruzamento eram dotados de excepcional coragem, determinação, força, vigor e um temperamento excepcional no que diz respeito a um cão de estimação e de guarda.

Surpreso com as incríveis qualidades destes cães, promoveu outras cruzas utilizando-se das mesmas raças que originaram esta primeira ninhada para averiguar se isto se tratava de um acaso, ou de uma tendencia deste tipo de cruzamento. Mais tarde, com o amadurecimento destas novas ninhadas, foi percebido que não se tratava de um acaso. Tendo em vista que as enormes qualidades atribuídas ao Boxer e ao Bull terrier estavam se perdendo devido a uma falta de seleção baseada na funcionalidade e temperamento, percebeu a necessidade da manutenção de um cão de guarda que aliasse estes dois critérios, e, ao mesmo tempo, o potencial que estes novos cães possuiam para suprir esta necessidade. Assim sendo iniciou o processo de seleção. Nascia, então, o Dogue brasileiro

Aparência

Segundo o padrão pela CBKC, sobre o aspecto geral: "cão de aspecto sólido, maciço e não esgalgado, sem parecer, no entanto, atarracado ou desproporcionalmente pesado. Deve dar impressão de agilidade e força, com músculos muito fortes, longos e marcados, dando a impressão de grande potência e impulsão. Ossos fortes." Deve pesar entre 29 e 42kg para os machos (sendo o preferencial os 38kg); e de 23 a 37 kg (preferencial 31 kg)para as fêmeas. Sua altura está compreendida entre 54 a 59cm (preferencialmente 57 cm) para os machos; e de 50 a 57 cm (preferencialmente 55 cm) para as fêmeas. São aceitas todas as cores. A pelagem é curta e de fácil manutenção, sendo pequena a troca de pêlos.

Temperamento

O temperamento equilibrado é uma caracteristica notavel nesta raça. Não são desconfiados ao extremo como na maior parte das raças de guarda, só vindo a agir quando realmente necessário. Corajoso, tenaz e com grande resistencia a dor. Não é um "cão de um dono só", o que significa que na maior parte dos casos é altamente apto à aceitação pacifica de estranhos a ele que sejam amigos da família - até que seja demonstrado que este estranho à convivencia não é desejavel, ou que este demonstre agressão para com membros da familia. Não apresenta muita dominancia para com os membros humanos da família, mas pode ter problemas com outros cães do mesmo sexo.

Títulos e testes

Afim de manter a raça sempre apta ao trabalho na medida do possivel, foi priorizada a seleção de cães aptos à sua função. Isto significa que o Dogue brasileiro, para a participação em campeonatos de conformação, deve ser atestado na prova de apreciação de caráter. São estes os títulos que um Dogue brasileiro pode vir a obter:

1 - Provas da CBKC

  • 1.1. Campeão: a do padrão CBKC (coincidente com *A* ou *AA*).
  • 1.2. Grande Campeão: a do padrão CBKC, ou as mesmas para título *T*, *TT*, *G*, *GG*.
  • 1.3. As provas devem ser confirmadas pela estrutura conforme regras da CBKC.

2 - Provas do BBC:

  • 2.1. *A* - Campeão em ataque. O cão deve resistir ao toque com severidade máxima com bastão após pegar luva ou bite suit. No caso de luva, o cão deverá soltá-la após o figurante largá-la em 3 segundos e atacar o figurante, que poderá continuar a provocação.
  • 2.2. *AA* - A mesma que *A*. Só que deve ser obtida antes do cão completar 10 meses.
  • 2.3. *O* - Coincide com a parte de obediência da prova de Grande Campeão CBKC.
  • 2.4. *OO* - A mesma que *O*, só que deve ser obtida até os 10 meses incompletos.
  • 2.5. *T* - Obter graduação em qualquer tipo de prova a ser escolhida pelo proprietário do cão entre Schutzhund, KNPV, Ring Belga, Ring Francês, Agility, conforme pontuação a ser decidida posteriormente.
  • 2.6. *TT* - A mesma que *T*, mas obtida até 24 meses.
  • 2.7. *G* - Obter pontuação a ser estipulada no Ring Brasil. Já haver obtido *A* ou *AA*.
  • 2.8. *GG* - Obter pontuação a ser estipulada no Ring Brasil até 24 meses não inferior a do item inferior. Já haver obtido *A* ou *AA*.
  • 2.9. *X* - Ataque conjunto a bite com outro cão do sexo oposto por 90 segundos sem que ambos entrem em luta. Já haver obtido *A* ou *AA*.
  • 2.10. *XX* - O mesmo que *X*, mas obtido após os 24 meses. O outro cão da parelha não pode ter menos de 18 meses. Já haver obtido *A* ou *AA*.
  • 2.11. *M* - Ataque conjunto a bite com outro cão do mesmo sexo por 90 segundos. Já haver obtido *A* ou *AA*.
  • 2.12. *MM* - Ataque conjunto a bite com cão do mesmo sexo por 90 segundos, após 24 meses. O outro cão da parelha não pode ter menos de 18 meses. Já haver obtido *A* ou *AA*.
  • 2.13. *E* - O cão para obter título de campeão de estética precisa ser homologado de acordo com pontuação a ser definida de acordo com o padrão por banca a ser formada.
  • 2.14. *EE* - O cão para obter título de campeão de estética precisa ser homologado de acordo com pontuação a ser definida, de acordo com o padrão.
  • 2.15. *V* - Para o cão que repetir a prova de campeão, *A* ou *AA*, apos 10 anos, apenas com um pouco menos de pressão no bastão, para respeitar a idade.


APRECIAÇÃO DE CARÁTER PARA APTIDÃO AO TITULO DE CAMPEÃO EM OBEDIENCIA ? BBC (*O* ou *OO*)

1. O condutor caminhará com o cão a seu lado, com uma guia, de no máximo 2,5 metros, e o cão deverá caminhar normalmente a seu lado sem exercer qualquer tensão na guia, por 40 segundos.

2. O condutor, num ato contínuo, caminhará com mais velocidade, obrigando o animal a trotar e mudará várias vezes de trajeto, por mais quarenta segundos, sem que o cão deixe de acompanhá-lo ou tencione a guia.

3. O condutor, verbalmente ou por mímica - em só um comando, comandará para que o cão permaneça imóvel, sentado e/ou deitado, e se afastara até, no mínimo, 10 metros, mantando-se nessa posição por um minuto, sem que o animal se desloque. Durante esse tempo, pessoas estranhas deverão, a distancia chamar o cão, que deverá manter a posição. Após decorrido o tempo de um minuto, sob autorização, o condutor chamará o cão que deverá ir a seu encontro.


RING-BRASIL ? ABILITA O CÃO AOS TITULOS DE GRANDE CAMPEÃO DA CBKC E GRANDE CAMPEÃO DO BBC (*G* ou *GG*)

  • OBEDIÊNCIA:

1. O condutor entra com o canino no centro do ring e o manda sentar, permanecer a seu lado por 10 (dez) segundos, aguardando o comando do árbitro para o próximo exercício. Vale 5 (cinco) pontos. Se o cão não obedecer de imediato ao primeiro comando, perde-se 1 (um) ponto por comando não-obedecido;

2. A seguir, o condutor caminha com o cão a seu lado ? tanto esquerdo, quanto direito ? dá uma volta no contorno do ring, voltando novamente ao centro do ring, onde o colocará novamente sentado. Vale 5 (cinco) pontos. Se o cão se afastar do condutor e este se obrigar a chamá-lo, perder-se-á 1 (um) ponto por chamada;

3. O condutor se afasta no mínimo 10 (dez) metros do canino, que deverá permanecer imóvel, e comanda à distância o comando de deita. Vale 5 (cinco) pontos. Perde-se 1 (um) ponto por cada chamada não-atendida;

4. Em seguida, um estranho, a ser designado pelo árbitro, atira dois objetos (podem ser duas bolas de tênis) em momentos diversos em direções que não sejam a que está o animal, e este não deverá sair do lugar. Vale 15 (quinze pontos). Se o cão não sair do local no primeiro objeto, mas sair no segundo perderá 14 (quatorze) pontos. Caso saia já no primeiro, perderá todos pontos.

  • PROTEÇÃO:

1. PSEUDO-ATAQUE: o cão contido com guia de 2 (dois) a 3 (três) metros, preso por peitoral ou coleira larga, é instigado contra uma pessoa a escolha do árbrito, de preferência que nunca tenha tido qualquer tipo de contato com o animal, nem lhe faça nenhuma provocação, nem esteja trajando qualquer tipo de proteção ou segurando qualquer objeto, e este, sob comando do condutor, deverá ir de encontro daquela com nítida intenção de atacá-la, precisando ser contido pela guia. A pessoa deverá ficar a aproximadamente 5 (cinco) metros do cão. Vale 15 (quinze) pontos. Cada comando verbal não-obedecido, perder-se-á 5 (cinco) pontos. Ataque realizado antes do comando verbal, perde-se 5 (cinco) pontos;

2. ATAQUE LANÇADO SIMPLES: o cão deverá atacar sob comando o figurante a uma distância de aproximadamente 20 (vinte metros), sem que este lhe faça nenhuma provocação. Vale 20 (vinte) pontos. Mordidas somente no braço: perde-se 5 (cinco) pontos. Mordidas que se limitem por todo o tempo somente com os incisivos do cão: perde-se mais 5 (cinco) pontos. Caso o cão não ataque no primeiro comando, perde-se mais 5 (cinco) pontos. Ataque realizado antes do comando: perde-se 5 (cinco) pontos. Caso o cão sacoleje firmemente na mordida: ganha 5 (cinco) pontos. Troca de pegada não desconta pontos;

3. ATAQUE COM BASTÃO: o cão deverá atacar sob ameaça o figurante munido de bastão de schutzhund a ser usado vigorosamente, a uma distância de 20 (vinte) metros. O figurante dará um toque leve, seguido de um toque médio e três toques fortes. Vale 25 (vinte e cinco) pontos. Mordidas que por todo o tempo não sejam de boca cheia, perde-se 5 (cinco) pontos. Caso o cão abandone o ataque após o primeiro toque, perde-se 24 (vinte e quatro) pontos. Caso o cão abandone o ataque após o segundo toque, perde-se 22 (vinte e dois) pontos. Caso abandone o ataque entre o terceiro e o quinto toque, perde-se 18 (dezoito) pontos. Mordidas dadas exclusivamente no braço, perde-se 5 (cinco) pontos. Se o cão mostrar insegurança e depois morder, perde-se 5 (cinco) pontos. Caso o saldo seja negativo, será contado como zerado, não diminuindo os demais pontos obtidos. Caso o cão sacoleje o figurante vigorosamente, ganhará mais 5 (cinco) pontos, desde que não tenha pegado sem firmeza, nem tenha abandonado, em qualquer momento, o ataque. Troca de pegada não desconta pontos;

4. ATAQUE COM ACESSÓRIOS: o figurante deverá exercer pressão psicológica sobre o cão, de acordo com sua criatividade, usando o acessório que for sorteado antes da prova (chocalho, mangueira com água, sirene, etc.). Vale 25 (vinte) pontos. Mordidas só no braço, perde-se 5 (cinco) pontos. Mordidas exclusivas com incisivos, perde-se mais 5 (cinco) pontos. Se o cão mostrar insegurança, mas depois morder, perde-se 5 (cinco) pontos. Caso o cão sacolejar firmemente o figurante, ganhará mais 5 (cinco) pontos, desde que a mordida seja firme,e não haja abandono do ataque. Abandono do ataque: perde todos pontos da prova específica. Troca de pegada não desconta pontos. Não se poderá usar de utensílios que lesem fisicamente de qualquer forma o animal.

5. ANTIVENENO: com o cão parado, em qualquer posição, preso a um ponto fixo, uma pessoa que não o figurante, a ser escolhida pelo árbitro, chegará amistosamente e jogará 3 (três) petiscos de sabores diferentes (fígado cozido, queijo, galinha, etc.) a uma distância entre 3 (três) a 5 (cinco) metros. Vale 30 (trinta) pontos. Caso o cão cheire, mas não coma nenhum dos petiscos, perde 5 (cinco) pontos. Caso coma qualquer um, perde a prova específica.

Contagem dos pontos: a contagem dos pontos se sucederá pela soma aritmética de todas provas. Julgamento; as provas devem ser filmadas em vídeo, e a imagem gravada deve prevalecer no julgamento sobre o parecer momentâneo do árbitro e dos jurados. Caso não possa, por perda do detalhe na imagem ou por defeito no equipamento ou manipulação deste, haver uma avaliação pós-prova, valerá a avaliação dos jurados e do árbitro. Cabe, no caso de dúvida, aos jurados consultarem o árbitro de ring.

Pedigreé

O Bullboxer club, clube especializado do Dogue brasileiro certificado pela CBKC, Possui um banco de dados com informação de todos os cães desta raça. A expedição do pedigreé é feita mediante seu pedido e após a verificação da ninhada, que é feita pessoalmente por um avaliador. Não existe ônus algum para o proprietário ou criador que deseja certificar suas ninhadas. Assim sendo, não existe motivo para um Dogue brasileiro não ter pedigreé. Se não o tem, o único motivo por isto é o cão não ser um Dogue brasileiro.


Saúde

Não foram relatadas doenças específicas da raça ou doenças genéticas em larga escala. É relativamente longeva, sendo que houveram vários indivíduos que ultrapassaram os 13 anos de idade. São indicadas as medidas profiláticas como contra parasitas externos e internos e doenças infecto-contagiosas como parvovirose e cinomose.

Ligações externas

  • Canil Jotinha
  • Canil Tasgard (Canil do criador da raça)
  • Canil Yacarepaua
  • Padrão do dogue brasileiro pela CBKC (em .pdf)
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Dogue_brasileiro"

Nomes sugeridos: amorosa, boog, bydu
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Canil Guarda Brasileira (Ver mais Detalhes) ( 3469 hits )
canil especializado na criação e desenvolvimeento da raça Dogue Brasileiro.