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Artigo

Vacinação de Cães

Autor/Publicador Fernando Francisco de Oliveira
Data 2008-01-28 23:20:00
  • Por que não se recomenda a aplicação da vacina junto com vermífugos (antes ou depois)?
    Na realidade, essa informação não quer dizer que a vacinação dos cachorros que tenham recebido a vermifugação nesse período será prejudicada, mas sim que, cachorros recebendo vermífugo podem não estar nas melhores condições de saúde (caso contrário, não estariam recebendo vermífugos) e, por isso, esse pode não ser o melhor momento para a vacinação. Caso seja apenas uma vermifugação profilática (feita mesmo sem que o cachorro esteja sabidamente parasitado), não haverá nenhum problema.
  • Quais são os cuidados habituais com fêmeas gestantes que as bulas indicam?
    Essa informação visa apenas alertar o clínico sobre o fato de que qualquer cachorro pode apresentar reação alérgica após contato com vacinas ou outros produtos, e que isso é uma resposta individual. Caso se trate de uma fêmea gestante, sugere-se que o veterinário tenha maior atenção, principalmente nas primeiras 72 horas após a vacinação. Isso não quer dizer que fêmeas gestantes sejam mais predispostas a desenvolver reação alérgica. O tratamento varia de acordo com a gravidade do quadro e opção do médico veterinário responsável.
    Não se recomenda a aplicação de vacinas vivas atenuadas em fêmeas gestantes.
  • Como proceder com relação ao uso de vacinas inativadas e vivas modificadas em fêmeas gestantes?
    Com relação a fêmeas gestantes, não se recomenda o uso de vacinas vivas atenuadas. De outro modo, as vacinas inativadas podem ser utilizadas, devendo-se lembrar das recomendações discutidas na questão anterior.
  • Se o cachorro já estiver recebendo doses de reforço com outras vacinas (de outro fabricante), ao mudar para vacinas Merial pets, pode-se apenas continuar com o reforço ou deverá reiniciar o esquema de primovacinação?
    Em se tratando das vacinas polivalentes, ou seja, contra várias doenças, não existe a necessidade de reiniciar o esquema de primovacinação.
  • Fêmeas no cio podem ser vacinadas?
    Não há contra-indicações específicas da vacinação de fêmeas no cio. No entanto, deve-se lembrar que o cio e a cruza são potencialmente situações de estresse que podem interferir na resposta imunológica produzida pela cadela.
  • Pode-se fracionar a dose de uma vacina?
    Não. A dose é preparada para ser administrada em volume único, ou seja, 1 dose por cachorro, qualquer que seja seu tamanho, peso ou raça. Deve-se lembrar que a vacinação deve ser considerada por cachorro, ou seja, um indivíduo completo.
  • Existem estudos relacionados à aplicação da primeira dose de vacina antes dos 45 dias de vida? Este procedimento é recomendado?
    Algumas vacinas podem ser indicadas antes de 42 dias de vida, em geral aos 30 dias, mas apenas em casos especiais – geralmente os cachorros que vivem em áreas de alto desafio ou que não receberam o colostro da mãe. De todo modo, este procedimento pode ser realizado, desde que acompanhado por um Médico Veterinário. No caso da atual linha de vacinas Merial para cães, recomenda-se a vacinação dos cachorros a partir de 6 semanas de vida.
  • Qual o intervalo mínimo entre as aplicações das vacinas e por quê?
    O intervalo mínimo recomendado entre as vacinações é de 15 dias. Isso se deve ao fato de que um intervalo menor de tempo pode interferir negativamente na resposta vacinal do cachorro (entre outras causas, pela produção do interferon após a vacinação com vírus vivos modificados e que dura por 12 a 14 dias).
  • Qual o esquema ideal de vacinação?
    Não existe um esquema único ideal de vacinação. Cada profissional deve escolher o esquema mais adequado para seu paciente. De modo geral, recomenda-se que os cachorros recebam na primovacinação o mínimo de 3 doses de vacina, com intervalos de 2 a 4 semanas entre as vacinações, não devendo terminar o esquema primovacinal antes de completar 12 semanas de vida (3 meses).
  • Por que as vacinas podem causar dor? Deve-se revacinar um cachorro que apresentou dor após a vacinação? E quanto àqueles que tiveram nódulos e formações locais?
    As reações de dor no local de aplicação das vacinas são consideradas normais, sendo esperadas em cerca de 2 a 3% dos casos. Em relação a vacinas acrescidas com adjuvante, pode haver reação inflamatória local e formação de nódulo que tende a desaparecer dentro de 1 a 2 semanas. Vale ressaltar que a formação de abscessos no local de aplicação das vacinas costuma estar relacionada à contaminação do tecido subcutâneo pela inoculação de bactérias da pele no momento da aplicação da vacina.
  • Caso haja repetições desnecessárias de uma vacina, qual a implicação que isso poderia trazer ao cachorro?
    Em geral, nenhuma. A vacinação excessiva, em qualquer animal, pode apenas provocar uma resposta imunológica mais intensa e prolongada, geralmente desnecessária, uma vez que seguindo o esquema vacinal convencional preconizado, a resposta imunológica produzida costuma ser adequada e conferir proteção.
  • Se meu cachorro for vacinado, ele pode contrair a doença?
    Sim. Nenhuma vacina é garantia de proteção. Apesar de ser a melhor forma de prevenir contra as doenças, tendo salvado pessoas e animais em todo mundo, a vacinação é apenas uma pequena parte do processo de imunização, ou seja, de proteção. Existem casos de animais que não respondem adequadamente às vacinas e, desse modo, não ficam protegidos das doenças. Isso pode ocorrer em casos de animais que estejam doentes (com parasitoses intestinais, estressados, etc), animais que estejam recebendo medicamentos que causem depressão do sistema imunológico (como cortisona, por exemplo) e, desta forma, não ocorrerá uma boa resposta imunológica à vacina. Existe ainda uma pequena porcentagem de animas que pode não responder adequadamente à vacina por características individuais (como em casos de endocruzamentos - cruzamento de animais parentes - como pais e filhos, por exemplo).

Referência: http://br.merial.com/donos_caes/faq/vacinacao/faq_vacinacao.asp